Indo além das finanças.

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Essa semana, o quarto módulo da Jornada da Desfudência foi iniciado. O conteúdo agora é renda variável: chegou a hora de investir na bolsa! Com o novo módulo, decidi ampliar e dividir com vocês algo que eu já vinha fazendo desde janeiro desse ano. Mas antes de contar sobre o novo quadro do Blog, decidi compartilhar aqui o porquê eu vejo o curso como algo diferente no mercado e como está sendo minha caminhada até aqui.

Sobre a Jornada da Desfudência

Uma das coisas que mais gostei no curso da Nathalia Arcuri é a mistura de finanças pessoais com transformação de mindseat. O curso inicia nos mostrando que temos um sabotador, que a Nath chama de Paul e eu, de Zeca Urubu, herança da Academia da Produtividade, treinamento que fiz com Geronimo Theml. Ainda no módulo 1, já temos acesso ao método NA e a algumas ferramentas para que nossa escalada seja amortizada.

O módulo 2 é voltado para nossos sonhos mais selvagens e aprendemos que sonhos devem ser transformados em metas, que estas devem ser encaixadas na metodologia SMART e, mais inovador, na minha opinião, que de nada adianta ter uma meta se ela não está de acordo com nossos valores. Nessa parte, você pensa “paguei por um curso de finanças e estou levando para casa um divisor de águas”. Será que isso é o que chamam de desconto? Não sei, mas eu chamo de descobrir meu propósito de vida. 

Alguns dizem que a parte financeira chega no módulo 3, pois é nele que aprendemos a tríade: gastar menos que ganha, ganhar mais e investidor a diferença. Eu não posso negar, foi umas das coisas mais legais da minha vida: negociei aluguel, finalizei a reserva de emergência (aquela que eu estava há mais de 1 ano tentando) e fiz um evento online de vendas no qual vendi, em um dia, mais do que a minha meta do mês, tudo isso como renda extra.

No feriado do dia do trabalhador (e aniversário do meu irmão), iniciei o módulo 4, a era da renda variável acabava de chegar (pra mim). Enquanto meu namorado comemorava, eu, a menina da renda fixa, tinha uma crise de ansiedade paralisante, pois, não era possível que o curso – o MEU curso – estivesse se encaminhando para o fim.

Sobre a minha jornada

Minha Jornada Talita Gress

No primeiro dia de aula, defini minhas metas, que são duas. Ainda no primeiro dia de aula, tirei uma foto com um cartaz que contava a  primeira meta: ser a aluna nota dez mil. A foto estava no blog e na foto do meu perfil da plataforma, ou seja, “ferrou, o compromisso foi público”, pensei. A segunda meta, replicar o conteúdo e impactar  pessoas importantes para mim, também estava pública, pois estampada no meu caderno da Jornada, compartilhado com todos.

Se da vida nada se leva (dizem), o que eu estava levando da Jornada? Qual a real diferença entre a Talita de Antes da Jornada e a Talita da Pós Jornada? e mais: entre tantos alunos dedicados, queridos e criativos, por que eu merecia o tal prêmio de conhecer a Nath pessoalmente?

Minhas mudanças

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A Talita de antes da Jornada era aquela que repetia, como um mantra, “sou zero em tecnologia”, “prefiro papel” e “mal sei ligar um computador”; que morria de medo do novo e que não sabia citar nenhuma qualidade individual que pudesse ser monetizada. Hoje, não sou nenhuma programadora, porém, fiz e-book, tenho um site para chamar de meu (com nome registrado e tudo!), um insta que fala de finanças e produtividade que foi de 0 a 176 seguidores (inclusive já recebi a minha primeira pergunta sobre “onde é melhor investir?”) e vai chegar a 500 até o fim do treinamento e aprendi a fazer artes bem maneiras no canva (siga meu insta e confira: Clique aqui).

 

Tudo isso porque eu troquei o “sou ruim com tecnologia” por “preciso aprender sobre tecnologia”. 

 

Além disso, fiz um grupo de amigas inseparáveis que falam de dinheiro abertamente e vivem em diversas partes do Brasil – grupo que tive sorte e habilidade de achar após stalkear a Cecília, primeira aluna nota 10 mil, no insta. Fiz resumos (em cor azul, pois ajuda no aprendizado) e mapas mentais maravilhosos, que vou guardar com muito carinho (e disponibilizar pra que todo mundo aprenda também, é claro). Fiz stories expondo minha face e falando dos meus dramas e minhas felicidades, diminuindo minha aversão a aparecer. E mais: estudei. Estudei muito. A ponto da minha mãe reclamar. E quando ela reclamava, eu estudava mais um pouco. Até que ela parou de reclamar e começou a perguntar, pedir opinião. Não só ela, virei autoridade para pessoas que eu sempre quis ajudar, mas que nunca me escutavam.

#MeuProjeto

Percebi, então, que a Jornada já não era mais um projeto próprio, ela havia sido replicada. Organizei orçamentos familiares, diminui dívidas de quase 40 mil reais, ensinei a formar a reserva de emergência, a controlar gastos, a empreender com o financeiro sustentável, repassei o conteúdo existente só na internet para idosos sem acesso, os quais, inclusive, repassaram o aprendizado para terceiros.

Eu não sei se vou conhecer a Nath, mas eu sei que a minha segunda meta foi alcançada: eu impactei pessoas, mudei vidas e relacionamentos.  É sobre essa segunda meta que vim falar. A partir dessa semana, vou compartilhar as histórias (com a devida autorização e escondendo as informações pessoais, é claro) das pessoas que, embora não tenham adquirido a Jornada da Desfudência, puderam, em meio a uma pandemia, mudar de vida e aprender o Método Nathalia Arcuri.

Sejam bem-vindos e bem-vindas ao #MeuProjeto, afinal, enriquecer sozinha não tem graça. 

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