Dinheirofobia e Preceitos Financeiros

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Você já ouviu falar em dinheirofobia e em preceitos financeiros? No curso Jornada da Desfudência, aprendi com a Nathália Arcuri que eu tinha diversas crenças limitantes e, se eu não atribuísse um novo significado a elas, morreria pobre, de dinheiro e de experiências.

A dinheirofobia (medo de falar de dinheiro) se manifesta por meio dos preceitos financeiros. 

Esse é um dos fundamentos de Brad Klontz, estudioso das finanças comportamentais e autor do livro “A Mente acima do Dinheiro”.

O QUE SÃO PRECEITOS FINANCEIROS?

Preceitos financeiros são crenças, coisas que nós aprendemos, interpretamos e damos significado, segundo Klontz.

No curso da Jornada da Desfudência, a Nathália Arcuri faz uma analogia entre preceitos financeiros e tatuagem. Para ela, essas crenças limitantes foram impressas no nosso cérebro como tatuagens desde nosso nascimento e nos acompanham pela vida toda.

Quando as pessoas querem mudar suas crenças, elas tentam, sem sucesso, apagar tais tatuagens, o que é extremamente ineficaz. De modo original, a Nath sugere que paremos de tentar apagar e passamos a imprimir um novo significado a elas. Pois, assim como não podemos apagar nossas memórias, mas podemos dar um novo significado a elas quando compreendemos a nova realidade.

MAS POR QUE PRECEITOS FINANCEIROS SÃO RUINS?

Imagine que você, assim como eu, acreditava que “os empresários são safados que não pagam os seus impostos”, o seu cérebro vai fazer o máximo para afastar você de empresários e para impedir que você abra seu próprio negócio.

Tal atitude é extremamente prejudicial para a nossa vida financeira, pois empreender é o jeito mais rápido de alcançar a independência financeira que todos nós buscamos. Assim, os preceitos financeiros nos afastarão dos seus próprios objetivos e, no final da vida, seremos um bando de frustrados.

A realidade é que essas crenças fizeram sentido em algum momento, mas hoje não são 100% verdadeiras, não fazem mais sentido, porém, continuam impedindo a realização de nossos sonhos.

EXERCÍCIO

Nem todos os preceitos devem ser descartados, sabia? Alguns de nossos preceitos ainda podem fazer sentido e devem ser mantidos.

Para identificarmos os preceitos que devem ser mantidos, vamos fazer o mesmo exercício que aprendi no curso, ok?

  1. Escreva seus preceitos financeiros em um papel (ex: dinheiro não trás felicidade, é impossível enriquecer, eu nunca vou ser rico…)
  2. Escreva quando esse preceito é útil e verdadeiro nos dias de hoje (ex: dinheiro não trás felicidade quando eu não tenho tempo para minha família, é impossível enriquecer sem trabalho duro, eu nunca vou ser rico se ficar parado reclamando da vida).
  3. Escreva quando esse preceito financeiro não é útil ou verdadeiro hoje (ex: Dinheiro trás felicidade quando eu posso viajar com minha família, é possível enriquecer sem nascer em berço de ouro, eu vou ser rica quando descobrir com o que gosto de trabalhar). Bônus: use frases no positivo aqui!
  4. Conclua: o que você aprendeu com esse exercício? (ex: eu aprendi que dizer (insira aqui o preceito financeiro) é extremamente prejudicial, porque…)

O exercício deve ser feito com cada um dos preceitos, de modo individual, ok? Assim, você vai ressignificar os preceitos que não faziam mais sentido e manter os que ainda fazem sentido para você

MINHA EXPERIÊNCIA

Na jornada, fiz uma lista com diversos preceitos, queria compartilhar um deles aqui:

PRECEITO: É impossível ser profissional renomada na minha área e ser boa mãe.

QUANDO O PRECEITO É VERDADEIRO/ÚTIL: É impossível ser profissional renomada na minha área e ser boa mãe se eu ficar me culpando por  cada pequeno erro.

QUANDO ESSE PRECEITO NÃO É VERDADEIRO/ÚTIL: É possível ter sucesso profissional e na maternidade se eu buscar um parceiro que divida as tarefas e apoie minhas metas. É possível ter sucesso profissional e na maternidade se eu parar de
me comparar com outras mulheres e pensar que é obrigação ser a melhor mãe do mundo.

CONCLUSÃO: Aprendi que devo me libertar da obrigação imposta às mulheres de que precisamos ser mãe perfeitas para evitarmos a culpa em sermos profissionais de sucesso.

E você? Quais eram seus preceitos financeiros?

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